Após a morte de John Barnett, segundo denunciante da Boeing morre após acusar a empresa de "ignorar defeitos"
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Cientistas da Universidade de Stanford resolveram o quebra-cabeça. Sua pesquisa foi publicada na Genome Research.
O esqueleto de uma criatura desconhecida, com 15,5 centímetros de comprimento, crânio alongado e 10 pares de costelas, foi encontrado em 2003 pelo caçador de tesouros Oscar Munio.
Ele encontrou uma misteriosa criatura dentro de um saco de couro, envolto em um pano branco amarrado com uma fita, perto de uma igreja abandonada no cemitério La Noria, no deserto chileno de Atacama.
Os cientistas que investigaram originalmente a descoberta rejeitaram a ideia de que o esqueleto pertencia a um bebê humano, alegando que os humanos têm 12 pares de costelas, enquanto o enjeitado tinha apenas 10.
A misteriosa criatura recebeu o apelido de Ata. Em 2013, ele estrelou um dos episódios do documentário OVNI, que só convenceu ufólogos de todo o mundo de que este é realmente um esqueleto alienígena.
Recentemente, no entanto, geneticistas da Universidade de Stanford em San Francisco e da Universidade da Califórnia decidiram estudar o DNA da descoberta.
Descobriu-se que os restos mortais pertenciam a uma criança humana que morreu há cerca de quatro décadas. A razão para o tipo de feto “alienígena” reside na presença de múltiplas mutações genéticas que levaram à morte da criança imediatamente após o parto ou mesmo no útero.
Os cientistas descobriram mutações em sete genes de uma vez, que, juntas ou separadamente, levam a várias deformidades ósseas, malformações faciais e displasia esquelética, que é mais conhecida como nanismo.
Especialistas acreditam que o estudo do caso com Ata ajudará em novos estudos da displasia e um dia, talvez, resolva esse problema.
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